Maria+Holic ~ Preview

Comecei a assistir hoje Maria+Holic ( é eu sei que to atrasado, e que esse anime já tá quase no final na verdade -.-“), apesar de não ser fã do estilo “SHAFT” de fazer anime, com MUITAS abstrações e, em muitos casos, a gente não faz mais a menor idéia de onde os personagens estão. Pra quem não conhece, o Estúdio SHAFT é o mesmo que fez animes muito populares como a série ef ~ a tale of memories, Sayonara Zetsubou Sensei, entre outros, em que a abstração das imagens é usada como uma forma diferenciada de contar a história, em muitos casos de forma sútil (as vezes sútil até demais).

Voltando ao assunto, Maria+Holic é um daqueles animes que você precisa estar bem pra poder assistir, porque ele invoca sensações diferentes dependendo do seu estado de espírito. No meu caso, a primeira vez que assisti fiquei literalmente com dor de cabeça. Imediatamente culpei o diacho do anime, mas hoje resolvi dar a ele uma segunda chance porque li MUITAS resenhas falando muito bem sobre ele. Na verdade, é difícil achar algo que alguem tenha falado de mal.

A premissa da história é bastante simples. Miyamae Kanako se transfere para uma escola católica feminina, onde segundo ela, seu pai e sua mãe teriam se encontrado e se apaixonado. Um dia antes de começar o ano letivo, ela se muda para o dormitório da escola e, à caminho dele, encontra-se com Shidou Mariya, uma elegante e linda menina que também estava entrando para essa mesma escola. Aqui começa realmente a parte interessante. Kanako tem como objetivo principal nessa escola, algo completamente diferente do que se esperaria. Ela é lésbica, mais por falta de opção do que por escolha, pois cada vez que ela sequer encosta em um garoto ela tem crises de urticária. Literalmente, ela é alérgica a qualquer pessoa do sexo oposto. Sendo assim ela vem para a escola com a idéia fixa de encontrar o amor da sua vida, assim como a sua mãe encontrou. Ela cai de amores por praticamente qualquer mulher que atravessa o seu caminho, tendo crises típicas de garotos em animes, despejando litros e litros de sangue pelo nariz ao menor sinal de um rabo-de-saia nas redondezas. O problema é que a primeira pessoa que ela encontrou, Mariya, não é exatamente o que parece. Ela na verdade é ELE!!! Ela confirma isso ao perceber que sua urticária se manifestou assim que ela recebeu um beijo no rosto da “moçoila”. Quer dizer, na verdade ela NÃO PERCEBEU imediatamente, ela precisou literalmente VER o cara trocando de roupa pra perceber. E ele nem deu bola pra isso. Simplesmente continuou fazendo o que tinha que fazer. Ele é mandão, sujo e egoísta, não medindo esforços para manter o seu segredo intacto para o resto da escola. Junto com ele, está a sempre sarcástica e obediente Matsurika Shinouji, uma empregada (típica “Meido”, a forma como os japoneses pronunciam a palavra inglesa “maid”) que está com ele sempre e o ajuda a manter o seu segredo. Porque diabos ele faz isso só o tempo (e mais episódios) dirá. Juntando mais alguns personagens diferentes, que possuem na verdade os típicos fetiches japoneses em anime, como Nekomimi, loli, Meganekko, Tsundere, etc, e temos Maria+Holic.

Resumindo. Ainda não sei se é um anime que vale a pena. É uma comédia pesada, com muitas piadas regionalizadas, e, consequentemente, difíceis de entender. Boa parte eu não poderia nem transcrever aqui sem arruinar o sentido da piada.

Vou ver no que vai dar. ^^

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~ por Sniperk em 12/03/2009.

 
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